23 de fevereiro de 2014

Verdadeiras e falsas ambições



Busquem, pois, em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça, e todas essas coisas lhes serão acrescentadas. [Mateus 6.33]

Jesus agora contrasta aquilo que os pagãos buscam e aquilo que os cristãos deveriam buscar primeiramente. Aquilo que buscamos é o que está colocado diante de nós como supremo bem para o qual dedicamos a nossa vida. Ele é a nossa preocupação, a nossa ambição.

Jesus reduz as opções a duas. Os pagãos são obcecados por seu próprio bem-estar material (comida, bebida e vestimenta), enquanto os cristãos devem estar preocupados acima de tudo com o reino e a justiça de Deus e com a sua propagação por todo o mundo.

Jesus começa com a negativa. Três vezes ele repete sua proibição de não nos preocuparmos com as coisas materiais. Ele não está proibindo nem o pensamento nem a prevenção, mas a ansiedade, pois ela é incompatível com a fé cristã.

Se Deus realmente cuida da nossa vida e do nosso corpo, será que não podemos confiar que ele cuidará de nossa alimentação e vestimenta? De novo, se Deus alimenta passarinhos e veste os lírios do campo, será que não podemos confiar nele para nos alimentar e vestir? Ao mesmo tempo, não podemos interpretar erroneamente o ensino de Jesus.

Primeiro, confiar em Deus não nos isenta de trabalhar para ganharmos o nosso sustento. Os passarinhos nos ensinam essa lição. Como Deus os alimenta? A resposta é que ele não os alimenta! Jesus era um observador perspicaz da natureza. Ele sabia perfeitamente bem que passarinhos alimentam a si mesmos. Deus só os alimenta indiretamente, ao fornecer os recursos com os quais se alimentem.

Segundo, confiar em Deus não nos isenta da calamidade. Realmente, nenhum pardal cai ao chão sem a permissão de nosso Pai; mas pardais caem e são mortos. Do mesmo modo acontece aos seres humanos. Da mesma maneira ocorre com os aviões.

Em vez de se preocuparem com coisas materiais, os seguidores de Jesus devem buscar primeiro o reino de Deus e a justiça de Deus.

Buscar o reino de Deus é proclamar Cristo como Rei, para que as pessoas se submetam à sua soberania.

Buscar a justiça de Deus é lembrar que ele ama a justiça e odeia o mal, de modo que, mesmo fora do círculo do reino, a justiça agrada mais a Deus que a injustiça; a liberdade, mais que a opressão; a paz, mais que a violência ou a guerra.

Nessa dupla ambição nossas responsabilidades evangelísticas e sociais se combinam, e a glória de Deus se torna o nosso interesse supremo.

Por isso vos digo: Não andeis cuidadosos quanto à vossa vida, pelo que haveis de comer ou pelo que haveis de beber; nem quanto ao vosso corpo, pelo que haveis de vestir. Não é a vida mais do que o mantimento, e o corpo mais do que o vestuário? Olhai para as aves do céu, [...] Não andeis, pois, inquietos, dizendo: Que comeremos, ou que beberemos, ou com que nos vestiremos? Porque todas estas coisas os gentios procuram. Decerto vosso Pai celestial bem sabe que necessitais de todas estas coisas; Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal. (Mt.6.25-34)
 

A escolha radical



Nem todo aquele que me diz: “Senhor, Senhor”, entrará no Reino dos céus, mas apenas aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos céus.[MATEUS 7.21]


Jesus coloca diante de nós, na conclusão do sermão do monte, a escolha radical entre obediência e desobediência. Não que possamos, é claro, ser salvos por meio de nossa obediência, mas que, se verdadeiramente somos salvos, mostremos isso através dela.

Primeiro, Jesus nos adverte do perigo de uma confissão meramente verbal (v. 21-23). É certo que uma confissão expressa verbalmente é essencial; “Jesus é Senhor” é o primeiro, mais curto e mais simples de todos os credos. Contudo, se isso não for acompanhado de uma submissão pessoal ao senhorio de Jesus, é inútil. Podemos ouvir no último dia as terríveis palavras de Jesus: “Nunca os conheci. Afastem-se de mim vocês, que praticam o mal” (v. 23).

Segundo, Jesus nos adverte do perigo de um conhecimento meramente intelectual. Enquanto o contraste nos versículos 21 a 23 era entre falar e fazer, o contraste agora é entre ouvir e fazer (v. 24-27). Jesus então ilustra isso por meio de sua famosa parábola dos dois construtores. Ela apresenta um homem sábio, que construiu sua casa sobre a rocha, e um tolo, que teve preguiça de fazer alicerces e construiu sua casa sobre a areia.

Quando ambos entraram em suas construções, um observador menos atento não teria notado a diferença entre elas, pois a distinção se encontrava nos alicerces, e alicerces não são vistos.

Somente quando a tempestade caiu e atingiu ambas as casas com fúria é que a diferença fatal foi revelada.

Do mesmo modo, cristãos praticantes (tanto genuínos quanto espúrios) têm a mesma aparência. Ambos demonstram estar edificando vidas cristãs.

Ambos ouvem as palavras de Cristo. Vão à igreja, leem a Bíblia e escutam sermões. As profundezas de seus alicerces, no entanto, estão ocultas à vista.

Somente a tempestade da adversidade nesta vida e a tempestade do juízo no último dia revelarão quem somos.

O sermão do monte termina com uma nota solene de escolha radical. Só há dois caminhos (o estreito e o largo)  e somente duas fundações (a rocha e a areia).

Em que estrada estamos viajando? Sobre qual alicerce estamos construindo?



[...] Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus.Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitas maravilhas? E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade. Todo aquele, pois, que escuta estas minhas palavras, e as pratica, assemelhá-lo-ei ao homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha; E desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e não caiu, porque estava edificada sobre a rocha.E aquele que ouve estas minhas palavras, e não as cumpre, compará-lo-ei ao homem insensato, que edificou a sua casa sobre a areia; E desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e caiu, e foi grande a sua queda. E aconteceu que, concluindo Jesus este discurso, a multidão se admirou da sua doutrina; Porquanto os ensinava como tendo autoridade; e não como os escribas. Mateus 7.13-29

Ouça o chamado de Deus

A Paz Amados…
Espero que Deus esteja com todos manisfestando seu amor através da sua misericórdia e através dos livramentos qual Ele nos concede em todo momento.
Gostaria hoje de falar algo sobre chamados.
Temos por entendimento o significado de chamado o ato de ser militado, o ato de ser aclamado por alguém/algo.
Muitos são aqueles que tem um chamado que pode se considerar como o maior chamado de todos, um privilégio divino, é o chamado de Deus.
O chamado pode ocorrer com qualquer um, com qualquer pessoa, basta o Senhor querer. Fico triste quando vejo alguém sendo discriminado por atos e esta mesma pessoa tem um chamado, afinal, Deus não faz concepções de pessoas, o mesmo sol que nasce para o pecador nasce para os lavados e remidos pelo sangue do cordeiro.
A verdade sempre foi e sempre será apenas uma, não há meias palavras, não há histórias de la-Fontaine pra cada mocinha que almeja ser princesa, a única verdade é aquela que o Senhor nos concede, a verdade das escrituras, a verdade e conhecimento daquilo que realmente agrada ao Senhor.  Mas infelizmente muitos não entendem que Deus ama a todos e julgam outros por causa de crença ou religião, Deus quer sim que nossos olhos estejam virados para luz pois Ele nos ama, ama a mim, ama a ti, ama a todos, independente de qualquer coisa e se Ele tem um chamado com alguém, não devemos nos angustiarmos e nem sair de sua presença, ao contrário, devemos estar de acordo com sua vontade, mas sabendo que ninguém é melhor ou pior do que ninguém. Somos todos irmãos, somos uma família, tenha aceitado a Jesus como único salvador ou não, ainda somos uma família.
Aquele que tem um chamado  de Deus é o que necessariamente precisa mostrar uma atitude coerente perante aos que estão no mundo, pois os que servem a Deus tem sede de justiça, e é exatamente isto que os militantes de Jesus devem mostrar: a sua sede de justiça, a sua solicitude do amor de Deus, do seu Espirito Santo, a diferença daqueles que estão perdidos na essência da vida mais ainda amados por Deus.
Se você amado(a), tem um chamado de Deus, se coloque na sua presença e dê continuidade a aquilo que o Senhor te concedeu. É necessário que ainda seja revelado aquilo que o Senhor ocultou e transformou como a verdadeira sabedoria e não a sabedoria dos loucos. Honre aquele que o militou. Não fuja do querer de Deus, é necessário que seja germinado os frutos produtivos, e esta geração precisa de você. Deus não precisa de nós para viver, mas precisamos dEle para ter a verdadeira vida, a vida eterna qual o Senhor nos revela em 1jo 2:25, a promessa da eternidade.
Entreguemos nossa vida ao Senhor, e deixemos que Ele caminhe por nós, operando suas obras, proclamando o evangelho, e anunciando a sua volta.
Vocação é um Dom.
Que Deus seja louvado e a ti abençoe com toda sorte de bençãos espirituais.

21 de fevereiro de 2014

A cidade dos resmungos

Era uma vez um lugar chamado cidade dos resmungos, onde todos
resmungavam, resmungavam, resmungavam.
No verão, resmungavam que estava muito quente.
No inverno, que estava muito frio. Quando chovia, as crianças choramingavam porque não podiam sair.
Quando fazia sol, reclamavam que não tinham o que fazer.
Os vizinhos queixavam-se uns dos outros, os pais queixavam-se dos filhos, os irmãos das irmãs.
Todos tinham um problema, e todos reclamavam que alguém deveria fazer alguma coisa.
Um dia chegou a cidade um mascate, carregando um enorme cesto às costas.
Ao perceber toda aquela inquietação e choradeira, pôs o cesto no chão e gritou:
-Ó cidadãos deste belo lugar! Os campos estão abarrotados de trigo, os pomares carregados de frutas.
As cordilheiras são cobertas de florestas espessas, e os vales banhados por rios profundos.
Jamais vi um lugar abençoado por tantas conveniências e tamanha abundância.
- Por que tanta insatisfação?
Aproximem-se, e eu lhes mostrarei o caminho da felicidade.
Ora, a camisa do mascate estava rasgada e puída.
Havia remendos nas calças e buracos nos sapatos.
As pessoas riram ao pensar que alguém como ele pudesse mostrar-lhes como ser feliz.
Mas enquanto ria, ele puxou uma corda comprida do cesto e a esticou entre dois postes na praça da cidade.
Então, segurando o cesto diante de si, gritou:
- Povo desta cidade! Aqueles que estiverem insatisfeitos escrevam seus problemas num pedaço de papel e ponham dentro deste cesto.
Trocarei seus problemas por felicidade!A multidão se aglomerou ao seu redor.
Ninguém hesitou diante da chance de se livrar dos problemas. Todo homem, mulher e criança da vila rabiscou sua queixa num pedaço de papel e jogou no cesto.
Eles observaram o mascate pegar cada problema e pendurá-lo na corda.
Quando ele terminou, havia problemas tremulando em cada polegada da corda, de um extremo a outro. Então ele disse:
Agora cada um de vocês deve retirar desta linha mágica o menor problema que puder encontrar. Todos correram para examinar os problemas.
Procuraram, manusearam os pedaços de papel e ponderaram, cada qual tentando escolher o menor problema.
Depois de algum tempo a corda estava vazia.
Eis que cada um segurava o mesmíssimo problema que havia colocado no cesto.
Cada pessoa havia escolhido o seu próprio problema, julgando ser ele o menor na corda.
Daí por diante, o povo daquela cidade deixou de resmungar o tempo todo.
E sempre que alguém sentia o desejo de resmungar ou reclamar, pensava no mascate e na sua corda.
Em vez de reclamar, clame ao Senhor.
Pois reclamar de nada valerá.
Mas o clamor traz a resposta de Deus. “A ti clamaram, e foram salvos; em ti confiaram, e não foram confundidos".

Ensina - me Senhor


“ENSINA-ME a entregar meus caminhos em TUAS fortes mãos, e nelas descansar…”  

O Salmo 25 começa com uma referencia profunda sobre o que e’ oracao. Diz o verso 1: A Ti elevo a minha alma…` Oração, portanto, e’ elevar a nossa alma, e’ sair deste mundo físico, tangível, temporal e adentrar a eternidade; e’ visitar o Santo dos Santos, o Lugar Sagrado da Presença de DEUS, E’ estar diante do Trono do Senhor do Universo… E’ demais, não e’?

E, diante da Presença Santa do nosso DEUS, o autor deste Salmos tem um só pedido: “Ensina-me…” Eu preciso aprender… Eu preciso conhecer mais de Ti, Senhor, quero


 saber ainda mais do que TU tens para mim. Diz, ainda, `Eu preciso aprender a andar junto contigo… Então, ENSINA-ME a andar nos Teus caminhos, nas Tuas veredas.

E o verso 14 declara a profundidade desse caminhar com o Senhor. Diz assim: “A intimidade do Senhor e’ para aqueles que O temem. A esses o Senhor dará a conhecer a Sua Aliança”. Só poderão entrar na Intimidade do Senhor aqueles que O temem. Mas o que e’ temer ao Senhor? E’ ter medo dEle? E’ morrer de medo do Seu poder?

Temer ao Senhor e’ reconhecer a Sua Santidade, E’ saber que estamos diante do Rei do Universo. E’ levar DEUS a serio. Quando assim agimos começamos a penetrar em Sua intimidade. E, ali, ELE vai nos revelar todo o Seu proposito, todo o Seu concerto, todos os Seus segredos.

E’ isso, exatamente, que o apostolo Paulo ministra aos crentes da igreja de Corinto. Na 1a. carta para aquela igreja, no capitulo 2, nos versos 9 e 10, assim se expressa o apostolo: “Olho nenhum jamais viu, ouvido nenhum jamais ouviu, nem penetraram no coração humano as coisas que DEUS preparou para aqueles que O amam. Mas, ELE nos REVELOU pelo Seu Espirito…”

Então, amados e amadas, não vale a pena penetrar na intimidade do Senhor? Busque essa intimidade, todo dia, toda hora, e você terá revelações grandiosas do Senhor do universo para sua vida, sua família, seus negocio, para seu presente e para seu futuro.

Assim o Senhor nos abençoe.

Os três recados de Deus para a sua vida na área da restauração familiar

Os três recados de Deus para a sua vida na área da restauração familiar
“Ele me disse: Filho do homem, põe-te em pé, e falarei contigo” (Ezequiel 2:1).

No meu deserto espiritual, DEUS falou comigo. Pediu que eu me colocasse de pé, na presença dELE. Eu precisava de algumas respostas da parte do Senhor, palavras que me dariam um novo vigor em minha caminhada. Você deve se encontrar nessa exata situação, buscando respostas para perguntas que insistem dominar a sua mente. Fica-te também de pé, diante de DEUS, porque os três recados que ELE enviou ao meu coração serão agora compartilhados com você.
A PRIMEIRA E AS DEMAIS COISAS
Há pessoas que só se lembram de DEUS na hora da dor, da enfermidade. Mas quando recebem a cura, logo se esquecem de agradecê-LO, do que ELE fez e voltam a viver a vida em desobediência. São pessoas que só desejam DEUS em seus momentos de desespero, que O buscam por aquilo que ELE pode fazer ou oferecer. Assim também existem muitas igrejas que se auto-intitulam cristãs, cujos líderes só ensinam os seus seguidores a buscar o que DEUS tem para lhes oferecer, as bênçãos, os milagres. Pessoas com fé para conquistar algo, mas sem vida com CRISTO. São muito abençoadas materialmente, mas não são salvas nem são santas, separadas. Vida com CRISTO é vida de renúncia. Quem renuncia a própria vontade para se submeter a vontade de DEUS, além de ser salvo, separado, também é muito abençoado.
A Bíblia Sagrada nos apresenta um versículo muito conhecido de todos nós: “Buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça, e todas as outras coisas vos serão acrescentadas” (Mateus 6:33). A Palavra de JESUS é bem categórica: BUSCAI EM PRIMEIRO LUGAR A DEUS! Buscai a DEUS por aquilo que ELE é, a Sua essência. Buscai isso primeiramente, imediatamente, em sinceridade, pureza, sem interesse algum. Nada pode vir antes disso.
Quando agimos assim, recebemos de DEUS uma grande promessa: TUDO TEREMOS EM ACRÉSCIMO! Sabe o que isso significa? Que iremos receber muito além do que pedimos ou pensamos. A Palavra “acrescentada” quer dizer ter em acréscimo, em abundância, muito mais do que a nossa mente limitada alcança ou deseja.
Com essa reflexão e de posse dessa verdade, entendo que o restaurar famílias e casamentos vem depois da restauração de vidas. DEUS, antes de restaurar famílias, quer restaurar vidas. Vida com CRISTO é o mesmo que obedecê-LO, viver na dependência dELE, esvaziar-se da natureza humana; é entender os seus desígnios.
Restaurar famílias é desejo também de DEUS, mas faz parte do acrescentadas; não vem em primeiro lugar. Afinal do que adianta ter uma família aparentemente feliz e próspera sem salvação? DEUS deseja salvar e restaurar a sua vida e a vida do seu cônjuge, de maneira total, completa, com ELE. Vida com CRISTO: esse é o segredo da sua vitória!
NO FUNDO DO POÇO: A GLÓRIA DE DEUS!
A fé é um não-enxergar com os olhos naturais.
Quantas pessoas se desesperam quando olham a sua volta, ao seu redor e veem tudo distante e sem solução? Muitas até me perguntam: “pastor, por que quanto mais eu oro, consagro-me e obedeço a DEUS, mais as coisas parecem distantes?”
Eu glorifico a DEUS quando isso acontece.
DEUS age no invisível, em um espaço onde os nossos olhos naturais não podem chegar. ELE não nos permite que vejamos como está trabalhando, pelo simples fato de que, se víssemos, seríamos o mais incrédulo dos seres humanos. Não podemos ver o que DEUS está fazendo, mas devemos crer. Quem acredita sem ver, marcha rumo às bênçãos. Certa vez JESUS respondeu a Tomé: “Porque me viste, Tomé, creste; bem-aventurados os que não viram e creram” (João 20:29). Por outro lado, satanás age no invisível, através das vidas que são opressas por ele. As ações malignas são claras: em palavras e em atitudes. O que satanás faz é bem visível, aos nossos olhos naturais. É por isso que ouvimos do cônjuge que não nos deseja mais, que o casamento não tem mais jeito, que não existe amor, que somos isso ou aquilo (agressões morais). Está explicado porque olhamos as circunstâncias e vemos o cônjuge adulterar ou com o coração duro e irredutível; e até demonstrar que está feliz e próspero.
Como DEUS liberta uma vida assim, incrédula, difícil e impiedosa?
DEUS usa essa aparente felicidade e prosperidade para que o outro chegue ao fundo do poço. É através das riquezas da glória humana, das suas ambições egoístas que o homem será abatido em sua soberba. Quanto maior a exaltação humana, maior a queda. O fundo do poço, lugar de humilhação, da destruição dos ídolos, é onde o ser humano recebe a glória de DEUS. Na humilhação, ele é exaltado. O fundo do poço é um lugar sem saídas, onde o homem não consegue mais escapar nem fugir. Com o rosto no pó, DEUS o sustentará com as Suas mãos poderosas. Mas enquanto houver mais descida, houver mais profundidade, DEUS permitirá que o cônjuge sucumba mais e mais. É nesse estado em que a natureza humana, rebelde em sua essência, inclinada à desobediência, consegue ouvir a voz do Senhor, obedecê-LO e clamar o Seu santo Nome. É no fundo do poço, esgoto espiritual, envergonhado e humilhado, que o coração de pedra é destruído e clama “Aba Pai!”. É no lixo da humilhação, que o antes coração soberbo e impiedoso vê a glória de DEUS.
É preciso que desçamos ao fundo do poço de nossas misérias individuais para conhecermos e compreendermos o que DEUS tem para as nossas vidas.
Por isso, orar, jejuar, santificar-se dia-a-dia, ser sábio (a) e obediente na caminhada são atitudes fundamentais para quem deseja ter vitória no mundo espiritual.
DEUS trabalha no invisível para que possamos ter fé. Satanás, no mundo visível, para nos atingir. Entre um e outro, está você, revestindo-se das armaduras de DEUS, não se preocupando com o que satanás faz, mas acreditando na vitória em CRISTO JESUS!
O BOTÃO DA MUDANÇA
Você já conseguiu enxergar o grande amor de DEUS pela sua vida? Não?
Se você olhar para a sua realidade hoje de outro ângulo, você ficará maravilhada (o) e constrangida (o) por tão grande amor.
Você se lembra quantas vezes, no passado (quando você achava que sua vida era boa, servindo ao mundo, andando conforme os dias da ignorância, ou mesmo coxeando entre dois pensamentos), DEUS tentou falar com você em amor? ELE enviou um servo para falar contigo, entregar uma literatura cristã, fez com que hinos e uma palavra chegassem aos seus ouvidos, mas você não quis aceitar a voz dELE. Você se lembra de quantas vezes O desobedeceu e entristeceu o Santo Espírito? Se continuasse daquele jeito, com aquela vida que considerava boa, você iria viver dias de sorrisos aqui na terra, mas ao morrer, seu espírito não iria entrar no Reino de DEUS. A Bíblia diz que “há caminhos que parecem bons ao homem, mas que o fim deles são caminhos de morte” (Provérbios 14:12). Você andava em um desses caminhos…
E o que DEUS fez por você?
ELE, por amar tanto a sua vida, decidiu apertar um botão em você, que ELE considerou primordial para você ouvir a voz DELE. Bastou apenas um toque para a dureza do teu coração se quebrar, tornar-se mansa e humilde. Um toque em um botão de sua vida para você se desmanchar na presença DELE. DEUS tocou em seu casamento. Poderia ter tocado em sua saúde ou em seu bolso, mas ELE preferiu o seu casamento, naquilo que era o seu deus.
DEUS fez isso porque a (o) ama muito e não quis perder a sua vida por nada. ELE a comprou a um preço muito alto, um preço de morte e morte de cruz. DEUS apertou o botão, tocou em sua vida, permitiu a separação, mas a (o) colocou em Seu colo sagrado. Sim, você agora está no colo de DEUS, sendo cuidado por ELE nos mínimos detalhes. Desde esse dia, DEUS nunca a (o) desamparou, nunca deixou faltar o pão em sua mesa, nunca deixou de enxugar as suas lágrimas, quando você chora muito e se esquece de agradecê-LO. Cada lágrima derramada dos seus olhos é gesto de ingratidão. ELE também chora por você. Na verdade, DEUS quer que você chore de alegria, de gratidão, de reconhecimento por tudo o que ELE está fazendo em sua vida. DEUS, até o dia de hoje e fará sempre, está cuidando de você, como um oleiro cuida de um vaso e uma mãe cuida do recém-nascido. Você está como uma criança nos braços do seu PAI.
E agora, consegue enxergar o grande amor de DEUS por você?
Mas, ELE não parou aqui, ainda não fez a obra completa. Tem mais e muito mais. DEUS não faz a obra incompleta. Não é como o homem que planeja, investe dinheiro, mas deixa a obra pela metade. O que DEUS começa vai até o fim, porque ELE é fiel!
DEUS está te moldando, tirando as impurezas da sua vida, mudando o teu caráter. Por isso, ELE apertou um botão em você. Quando você estiver totalmente preparada (o), um vaso pronto, transformado, DEUS IRÁ APERTAR O BOTÃO NA VIDA DO TEU CÔNJUGE TAMBÉM, destruir o que o impede de ouvir a Sua voz e obedecê-LO. Teu cônjuge se desmanchará na presença do SENHOR como uma casa construída com a areia da praia, depois que uma forte onda a sobrevém.
Mas DEUS ainda não terminou, não parou aqui. ELE também trará o teu cônjuge de volta, manso, humilde, com outro caráter e outro coração. Na verdade, não adiantava você ter uma família aparentemente feliz e essa família se perder para o caminho do inferno. DEUS te ama tanto, que ELE te colocou no deserto para cuidar de você, salvar a tua vida e o teu casamento.
Se DEUS não quisesse restaurar e fazer novas todas as coisas na tua família, em teu casamento que ELE abençoou e foi fiel testemunha, DEUS simplesmente não tocaria você, não apertaria o botão, ignoraria, não se preocuparia com a sua vida. Deixaria você vivendo pelo seu próprio deleite e vontade. DEUS está consertando a sua vida, irá salvar a vida do seu cônjuge para, logo em seguida, restaurar o seu casamento. Creia: DEUS não faz nada pela metade!
E agora: consegue enxergar o grande amor de DEUS por você? Se a resposta foi positiva, pare de murmurar e agora mesmo, daqui em diante, faça da sua vida um cântico de gratidão a ELE. Pois, DEUS te ama e grandes coisas ainda fará em teu favor! 

18 de fevereiro de 2014

O zelo pela casa de Deus


Foto: O profeta Isaías disse que a casa de Deus é chamada Casa de Oração para todos os povos, um
lugar de santificação, de louvor, de adorar e sentir a presença de Deus, lugar de honra ao Criador.
Certo dia, porém, Jesus indo ao templo encontrou ali no lugar de adoração e louvor um verdadeiro comércio. Vendedores, compradores, cambistas, negociata sem fim, veja o que diz em (Mateus 21: 12 a 16). “E entrou Jesus no templo de Deus, e expulsou todos os que vendiam e compravam no templo, e derribou as mesas dos cambistas e as cadeiras dos que vendiam pombas. E disse-lhes: Está escrito: A minha casa será chamada casa de oração. Mas vós a tendes convertido em covil de ladrões. E foram ter com ele ao templo, cegos, coxos, e Jesus os curou. Vendo, então, os principais dos sacerdotes e os escribas as maravilhas que fazia e os meninos clamando no templo: Hosana ao Filho de Davi, indignaram-se e disseram-lhe: Ouves o que estes dizem? E Jesus lhes disse: Sim; nunca lestes: Pela boca dos meninos e das criancinhas de peito tiraste o perfeito louvor?”
Jesus encontrou no templo muita falta de reverência, de amor, encontrou ali muitos aproveitadores de oportunidades para negociar e transtornar a fé dos simples. Ali deveriam se reunir as tribos de Israel em adoração e cultuar o seu Deus com singeleza de coração.
Hoje não é diferente. As igrejas (templos) devem ser para reuniões de adoração, louvor e para se ouvir a gloriosa e bendita Palavra do Senhor, num culto santo de honras e glórias unicamente a Deus e não para outros fins. Se Jesus viesse hoje em pessoa física, teria muito trabalho para expulsar os que comercializam até a sua Palavra, o Seu louvor, em vez de hinos temos as “músicas”, aberrações em lugar de louvor, um verdadeiro comércio não de pombas, mas colocam barracas de salgadinhos até frango assado e, vários tipos de comestíveis, de roupas, perfumes, cosméticos, etc. Jesus sempre dedicou à simplicidade e fidelidade a Palavra de Deus, nunca se misturou com os religiosos da época. Quando na ocasião, Jesus expulsou os vendilhões, chegaram-se a Ele, pobres, cegos, coxos e a esses, Jesus deu atenção curando-os e ainda mais, as crianças presentes no templo começaram a clamar: - Hosanas ao Filho de Davi, o que irritou os religiosos que perguntaram a Jesus: “Ouves o que estes dizem?” Jesus disse-lhes: “Sim,  nunca lestes, pela boca dos meninos e das criancinhas de peito sai o perfeito louvor”. (Mateus 21.16)
Jesus veio verdadeiramente para os pequenos e necessitados e não para os gananciosos e aproveitadores da fé dos incautos e dos simples. A sua missão foi oferecer-se a si mesmo para nossa salvação. Ele quer salvar o pecador de seus maus caminhos e para isso deu-nos o exemplo de humildade quando disse: “Aprendei de mim que sou manso humilde de coração”.
Vá ao templo com o coração nas coisas de Deus, vá adorá-lo, louvá-lo e não dê atenção aos cambistas e vendedores. Adore a Deus com singeleza de coração, procure ler a Bíblia e ouvir a genuína Palavra de Deus. Jesus breve voltará! Os sinais nos mostram que estamos no fim dos tempos.
Crer em Jesus e obedecer a seus ensinos é dever individual.
Creia em Cristo, leia a Bíblia.
 
 
Pr. Ismar Vieira Malta
O profeta Isaías disse que a casa de Deus é chamada Casa de Oração para todos os povos, um
lugar de santificação, de louvor, de adorar e sentir a presença de Deus, lugar de honra ao Criador.
Certo dia, porém, Jesus indo ao templo encontrou ali no lugar de adoração e louvor um verdadeiro comércio. Vendedores, compradores, cambistas, negociata sem fim, veja o que diz em (Mateus 21: 12 a 16). “E entrou Jesus no templo de Deus, e expulsou todos os que vendiam e compravam no templo, e derribou as mesas dos cambistas e as cadeiras dos que vendiam pombas. E disse-lhes: Está escrito: A minha casa será chamada casa de oração. Mas vós a tendes convertido em covil de ladrões. E foram ter com ele ao templo, cegos, coxos, e Jesus os curou. Vendo, então, os principais dos sacerdotes e os escribas as maravilhas que fazia e os meninos clamando no templo: Hosana ao Filho de Davi, indignaram-se e disseram-lhe: Ouves o que estes dizem? E Jesus lhes disse: Sim; nunca lestes: Pela boca dos meninos e das criancinhas de peito tiraste o perfeito louvor?”
Jesus encontrou no templo muita falta de reverência, de amor, encontrou ali muitos aproveitadores de oportunidades para negociar e transtornar a fé dos simples. Ali deveriam se reunir as tribos de Israel em adoração e cultuar o seu Deus com singeleza de coração.
Hoje não é diferente. As igrejas (templos) devem ser para reuniões de adoração, louvor e para se ouvir a gloriosa e bendita Palavra do Senhor, num culto santo de honras e glórias unicamente a Deus e não para outros fins. Se Jesus viesse hoje em pessoa física, teria muito trabalho para expulsar os que comercializam até a sua Palavra, o Seu louvor, em vez de hinos temos as “músicas”, aberrações em lugar de louvor, um verdadeiro comércio não de pombas, mas colocam barracas de salgadinhos até frango assado e, vários tipos de comestíveis, de roupas, perfumes, cosméticos, etc. Jesus sempre dedicou à simplicidade e fidelidade a Palavra de Deus, nunca se misturou com os religiosos da época. Quando na ocasião, Jesus expulsou os vendilhões, chegaram-se a Ele, pobres, cegos, coxos e a esses, Jesus deu atenção curando-os e ainda mais, as crianças presentes no templo começaram a clamar: - Hosanas ao Filho de Davi, o que irritou os religiosos que perguntaram a Jesus: “Ouves o que estes dizem?” Jesus disse-lhes: “Sim, nunca lestes, pela boca dos meninos e das criancinhas de peito sai o perfeito louvor”. (Mateus 21.16)
Jesus veio verdadeiramente para os pequenos e necessitados e não para os gananciosos e aproveitadores da fé dos incautos e dos simples. A sua missão foi oferecer-se a si mesmo para nossa salvação. Ele quer salvar o pecador de seus maus caminhos e para isso deu-nos o exemplo de humildade quando disse: “Aprendei de mim que sou manso humilde de coração”.
Vá ao templo com o coração nas coisas de Deus, vá adorá-lo, louvá-lo e não dê atenção aos cambistas e vendedores. Adore a Deus com singeleza de coração, procure ler a Bíblia e ouvir a genuína Palavra de Deus. Jesus breve voltará! Os sinais nos mostram que estamos no fim dos tempos.
Crer em Jesus e obedecer a seus ensinos é dever individual.
Creia em Cristo, leia a Bíblia.

 

A ponte


Dois irmãos, que moravam em fazendas vizinhas, separados apenas por um riacho, 

entraram em conflito!Foi a primeira grande desavença em toda uma vida de trabalho lado a 

lado. Mas agora tudo havia mudado o que começou com um pequeno mal entendido, 

finalmente explodiu numa troca de palavras ríspidas, seguidas por semana de total silêncio.

Numa manhã, o irmão mais velho ouviu baterem na sua porta.

Ao abri-la notou um homem com uma caixa de ferramenta de carpinteiro na mão.

- Estou procurando trabalho, disse ele, talvez você tenha algum serviço para mim?

- Sim disse o fazendeiro.

Vê aquela fazenda ali, além do riacho?

É o meu vizinho.

Na realidade do meu irmão mais novo, nós brigamos e não posso mais suportá-lo.

Vê aquela pilha de madeira ali no celeiro?

Pois bem a use para construir uma cerca bem alta.

- Acho que entendo a situação, disse o carpinteiro, mostre-me onde estão as madeiras e os 

pregos.

O irmão mais velho entregou o material e foi para a cidade.

O homem ficou ali cortando, medindo, trabalhando o dia inteiro. Quando o fazendeiro 

chegou, não acreditou no que viu:

em vez de cerca, uma ponte foi construída ali, ligando as duas margens do riacho.

Era um belo trabalho, mas o fazendeiro ficou enfurecido e falou:

- você foi atrevido construindo essa ponte depois de tudo que lhe contei.

No entanto, ao olhar novamente para a ponte, viu o seu irmão se aproximando de braços 

abertos, por um instante permaneceu imóvel do seu lado do rio, mas de repente, num só 

impulso, correu na direção do outro e abraçaram-se, chorando no meio da ponte.

O carpinteiro que fez o trabalho, já ia partindo com sua caixa de ferramenta.

- espere, fique conosco!

E o carpinteiro respondeu:

- eu adoraria, mas tenho outras pontes a construir.

Todos os atos da vida, devem proceder ao máximo de maneira natural.

10 de fevereiro de 2014

É possível ter fé em momentos dificuldades?

Uma história muito conhecida é a de Jó que perdeu tudo que tinha dinheiro, casa e família, ele é um grande exemplo para nós servidores de Cristo aqui na terra, pois Jó mesmo passando por uma situação tão difícil não desistiu e disse a Deus: Jó 13:15 Ainda que Ele me mate, Nele esperarei; contudo os meus  caminhos defenderei diante Dele. 

Quando Jó disse isto, com certeza Deus lá do céu viu o tamanho da sua fé e Jó também disse diante do Senhor até a tristeza salta de alegria, Jó soube  chamar a atenção de Deus, Jó não olhou para o tamanho do seu problema olhou somente para o tamanho do seu DEUS e Deus o restituiu tudo aquilo  que ele havia perdido.

Passamos por um deserto e achamos que Deus não está vendo, mas isto não é verdade, assim como na vida de Jó, no momento mais difícil de sua vida, ninguém apareceu para ajuda-lo apenas para criticá-lo até mesmo sua esposa pediu para que ele amaldiçoasse o seu  Deus e morressem, os amigos apontaram o dedo para Jó e zombava dele, mas Jó sabia o tamanho do Deus que ele servia. Veja o que Jó disse sobre os seus amigos. Jó 12:4 Eu sou motivo de riso para os meus amigos; eu, que invoco a Deus, e ele me responde; o justo e perfeito serve de zombaria. 

Muitas vezes somos vistos assim. Como árvores infrutíferas, com o tronco cortado sobre a terra. Às vezes somos feridos, humilhados, descartados e abandonados. Mas existe algo maravilhoso.

O homem vê o exterior, Deus vê na profundidade, Deus vê onde os olhos humanos não conseguem penetrar. O tronco pode estar cortado sobre a terra, mas Deus está vendo a raiz, ainda que envelhecida, mas existe, portanto há esperança!

Nosso Deus traz a existência coisas que não existem, quando as águas do trono de Deus descem até as raízes envelhecidas, há um renovo, o que estava morto volta a viver, o que era infrutífero começa a produzir, para o que não havia mais esperança, Deus faz acontecer.

Não importa o que esteja acontecendo com você, se foi abandonado, se desprezado, se injuriado, se humilhado, se está como árvore, aparentemente cortada e jogada sobre a terra, há esperança!

As águas do trono de Deus podem penetrar no mais profundo do seu coração e trazer cura às suas raízes, então haverá um renovo, haverá novos ramos, novos frutos e nunca mais te olharão como algo sem valor.


Mudando o foco da nossa visão.

Uma das estratégias mais terríveis do inimigo é consolidar a visão da derrota, da perda e da morte na mente e no coração das pessoas. Ele sabe que por meio dessas imagens ele conseguirá minar a fé e a esperança de muitos, inclusive dentro da Igreja de Jesus.
Jó passou por situações muito críticas e, diante dele, as coisas não eram muito agradáveis, nem estimulantes. Ele simplesmente perdeu tudo, inclusive a saúde e a família. Sua situação era tal que até a sua esposa o aconselhou a amaldiçoar a Deus e morrer (Jó 2.9).

Parecia que tudo à sua volta contribuía para a consolidação da incredulidade e desesperança na sua vida.

No entanto, apesar das tribulações que o acometeram e da grande dor que o acometia, havia algo dentro de Jó que o animava – a sua esperança. Apesar de tudo o que sentia, via e ouvia, ele não se deixou consolidar na desesperança e incredulidade.

Muitas vezes ouvimos palavras que testificam a nossa realidade existencial, mas não nos consolam e, nesses momentos, precisamos nos firmar na fé e na esperança de que nosso Deus não falhará jamais. Jamais fique paralisado nas visões de derrota e morte, isto só exalta e alegra o coração do inimigo. Levante-se como Jó e declare que o seu Redentor vive e se levantará em seu favor (Jó 19.25).

As tribulações precisam gerar esperança e jamais desistência!

Em Rm 5.3-5 lemos que as tribulações produzem perseverança, a perseverança produz experiência e a experiência produz a esperança. Assim, vemos que a esperança é resultado da nossa experiência, que é adquirida através da nossa perseverança no tempo das tribulações. O que o inimigo geralmente faz é nos tirar da perseverança diante das tribulações – ele nos atinge com a frustração, o desânimo e a desistência. Com isso, ele nos rouba o privilégio de nos tornarmos experimentados no Senhor e, por conseguinte, também nos tira a esperança.

Só a experiência com o Senhor gera esperança em nós. Na hora das tribulações precisamos nos firmar no Autor e Consumador da nossa fé para que a esperança nasça em nossos corações e vejamos a glória do Todo-Poderoso. Apesar de todas as tribulações, Jó saiu vencedor porque não perdeu a fé e a esperança. Não desistam de esperar pela ação de Deus em sua vida, família, ministério, sonhos, finanças etc. Persevere e a vitória chegará!

Ao cheiro das águas a vitória brotará!

Diz a Palavra que há esperança de renovo para uma árvore, ainda que tenha sido cortada. Diz mais: ainda que a sua raiz envelheça na terra e o seu tronco morra no chão, ao cheiro das águas brotará. Eis uma tremenda declaração de fé!

Ainda que tudo e toda a nossa volta insistam em nos dizer que chegou o fim, o Espírito Santo nos afirma o fim não chegou e há esperança de vida e renovo para os que creem. Somos árvores plantadas por Deus e, segundo Ele, há esperança para nós. Há esperança para nossa saúde, casamento, família, sonhos, ministério, finanças. Ao cheiro das águas vivas do Espírito Santo de Deus, as coisas mudarão.

Muitos se viram cortados ou mortos em muitas áreas da sua vida; outros se definem como os que estão com as raízes envelhecidas, cansadas e incapazes de firmá-los na terra da promessa e da vitória, mas o Senhor diz que não devem perder a esperança. O Senhor afirma que “ao cheiro das águas” tudo mudará.

Quando abrirmos o coração ao mover das águas do Espírito, a esperança conceberá e a vitória nascerá. A chave está em abrirmos o coração para movê-lo das águas do Espírito Santo. São águas tão poderosas, tão carregadas da vida do Senhor, que ao mais leve toque manifestará a glória do Senhor.

Chega de desistência e acomodação na derrota e fracasso, afinal, há esperança para os que creem. Mantenha-se firme na fé e deixe o poder do Espírito Santo tocar em sua vida, ativando a sua esperança. Não importa o que foi cortado, morto ou envelhecido em sua vida e história, simplesmente creia e espere que ao cheiro das águas do Espírito Santo a vitória chegará! O Senhor quer lhe trazer renovo paz, alegria, unção, frutificação e prosperidade. Não importa o que o inimigo lhe mostrou, fixe-se no que o Senhor quer fazer e mantenha-se na fé porque há esperança para você!

Basta o cheiro das águas e eu ficarei curado. Basta o cheiro das águas e eu não me sentirei mais sozinho. Basta o cheiro das águas e eu levantarei. Basta o cheiro das águas e eu prosseguirei.

Jó entendeu que o cheiro das águas era o suficiente para que sua esperança fosse avivada. Ele vai dizer, “Porque há esperança para a árvore, pois, mesmo cortada, ainda se renovará, e não cessarão os seus rebentos. Se envelhecer na terra a sua raiz, e no chão morrer o seu tronco, ao cheiro das águas brotará e dará ramos como a planta nova” (Jó 14.7-9).

Esse é o Jó que vive a experiência da sequidão, do estio, da falta de vigor que a seca traz. Ele sabe que precisa de água e espera pelo seu cheiro. Bastava-lhe o cheiro, que anunciava a chuva, o aguaceiro, para que a sua esperança fosse alimentada. É o mesmo caso do salmista, no Salmo 126.4, quando diz, “Restaura, Senhor, a nossa sorte, como as torrentes no Neguebe”. Ele anseia por água e lembra que na época de chuva as torrentes no Neguebe são abundantes, não falta a bênção da água. É também o caso das corsas, que suspiram por correntes de águas, exemplos usados pelos filhos de Corá no Salmo 42.1-3. Como elas ansiavam por águas, os filhos de Corá estavam sedentos de Deus, e diziam, “quando irei e me verei perante a face de Deus?”

Há pessoas que passam por grandes períodos de seca em suas vidas. Parece que Deus está longe nessas horas. É a seca da alegria, do contentamento, da intimidade com Deus, da alegria da salvação, da santidade, das experiências mais próximas com Deus.

Há períodos de verdadeiro deserto na vida. Parece que o cansaço é mais fácil, o sorriso é difícil e o ânimo para qualquer coisa passa longe. As causas podem ser diversas e às vezes inimagináveis. Jesus disse que no mundo passaríamos por aflições. E Ele estava com razão. Quem nunca passou pelas aflições deste mundo? Elas estão aí, tão próximas, mas ainda nos surpreendendo. Quando chega a aflição, é como um golpe não anunciado. Perdemos o chão, cessa o ânimo, o semblante cai, vem o choro e a vontade de não existir. Alguns até se desesperam, enquanto outros não conseguem reagir, ficam inertes, morrendo por dentro.

No entanto, Jó é um exemplo que desponta notável, dizendo que podemos esperar em Deus. Basta o cheiro das águas. É a aproximação, é a chegada de Deus, devagar, mas chegando, trazendo esperança. Jó perdeu tudo o que ninguém quer perder. Perdeu os bens, os filhos, a saúde. Entretanto, ele é a árvore cortada que ainda crê que poderá produzir ramos. Ele é a árvore cortada, de raiz velha e cansada. Ele é a árvore cortada, caída, tronco morto. Mas ele também é a árvore crente, para quem basta o cheiro das águas para sua restauração, que dê novo rebento, novo ânimo, novos sonhos, para uma nova vida. Ele é capaz de olhar para o deserto e ainda assim esperar por chuvas. Ele sabe que o seu Redentor vive e que se chegará a ele na sua miséria e o levantará para um novo dia de abundância de vida.

Meu querido, minha querida. Mesmo que você esteja no deserto, saiba que Deus é água abundante, que jamais cessará. Ele é a água que verdadeiramente sacia a sede em meio a um deserto de incertezas e aflições. Creia que Ele está por perto. Sinta o cheiro das águas, pois Deus está chegando para salvar. Ele é esperança para o ferido.

Na cultura brasileira existe um dito popular, que diz que: "A esperança é a última que morre". Na verdade este dito contraria o princípio bíblico de I Coríntios 13:13, que nos diz que a esperança não morre, mas permanece para sempre.

É bem verdade que muitas vezes passamos por situações para as quais parece não haver mais esperança... situações onde nos encontramos num beco sem saída". Nessas horas de tribulação, de provação e até mesmo de angústia e desespero, as circunstâncias parecem ser maiores que nós, e sentimo-nos derrotados, fracassados, impotentes e sem esperança. Foi assim com Jairo, quando recebeu a notícia de que era tarde demais, sua única filha havia morrido, e já não valia a pena Jesus ir até ela (Marcos 5:35). Foi assim com Marta, quando seu irmão Lázaro adoeceu e morreu quatro dias antes de Jesus chegar a Betânia (João 11:17). Foi assim com Jó, quando ele perdeu tudo o que tinha - bens, filhos e filhas, saúde, reputação (Jó 1 e 2) - numa sucessão de perdas quando até mesmo sua esposa e seus amigos se voltaram contra ele.

Mas até mesmo nessas situações tão extremas, a guerra não esta perdida. Talvez ao longo da nossa caminhada com Deus, nós percamos algumas batalhas, mas nunca a guerra! O nosso general é Cristo... é Ele quem peleja por nós e nos dá a vitória. Jesus Cristo - a esperança da glória! É n'Ele que devemos colocar a nossa esperança e a nossa fé! Assim como Jairo, Marta e Jó, devemos colocar nossa fé no Senhor e crer que nem tudo está perdido, e que apesar da adversidade das circunstâncias, "Ainda há esperança". "Porque há esperança para a árvore, pois mesmo cortada, ainda se renovará, e não cessarão os seus rebentos. Se envelhecer na terra a sua raiz, e no chão morrer o seu tronco, ao cheiro das águas brotará, e dará ramos como planta nova" (Jó 14: 7 - 9). Sim, devemos crer que ao cheiro das águas, viverá e dará frutos! Uma pequena fé num Deus Grande... firmados na promessa de que "seremos como árvore plantada junto a corrente de águas que, no devido tempo dá o seu fruto, cuja folhagem não murcha, e tudo quanto fizermos será bem sucedido" (Salmo 1:3).

O Senhor está no controle. Ele tem um plano, e assim como Ele disse a Jairo, hoje Ele diz a você e a mim: "Não tenhas medo, confia em mim". Crer e confiar. E Jesus ordenou à filha de Jairo que se levantasse, e a menina logo saltou e começou a andar. "Ainda há esperança!" Marta sabia disso quando disse: "Senhor, se cá estivesses, o meu irmão não teria morrido. "Mas eu sei que mesmo agora não é tarde demais, pois tudo o que pedirdes a Deus, Ele te dará" (João 11:20).

Há um propósito para todas as coisas, inclusive para as nossas provações. Portanto, "Aquietai-vos e sabeis que Eu sou Deus" (Salmo 46:10). O Senhor quer reverter às adversidades em bênçãos, para nós e para outros. Quando Jesus soube que Lázaro havia adoecido, Ele disse que sua doença não era para morte, mas para a glória de Deus. Que Ele, o Filho de Deus, receberia glória em resultado daquela enfermidade. Jesus ressuscitou Lázaro e muitos judeus que presenciaram este milagre creram n'Ele. Da mesma forma, hoje o Senhor nos convida a declarar que a adversidade pela qual estamos passando, não é para a morte, mas para a Glória de Deus! Quando Jó analisa sua vida, ele conclui que tudo o que aconteceu com ele contribuiu para que ele tivesse uma maior intimidade com Deus: antes "eu te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos te veem" (Jó 42:5). E o Senhor restaurou a sorte de Jó e deu-lhe o dobro de tudo o que ele possuía. Portanto, não se dê por vencido, "ainda há esperança"... Logo você entenderá o propósito de Deus para esta hora.

Reencontrando a Dracma Perdida - Resgatando o que é meu

1. A mulher perdeu algo de valor dentro de casa – Ela perdeu uma moeda de sua coleção. Das dez dracmas, a mulher perdeu uma e a perdeu dentro de casa. Mais importante do que valores são os relacionamentos. Mais precioso do que bens são as pessoas. Muitas vezes, por descuido, nós também, perdemos verdadeiros tesouros dentro de casa. Perdemos a comunicação, perdemos a alegria da comunhão, perdemos o acendrado amor com que devemos amar uns aos outros.

A mulher que perdeu a décima dracma não se conformou de desistir dela nem se contentou pelo fato de ter ainda em segurança as outras nove. Essa dracma perdida era valorosa porque é um símbolo do ser humano que se perdeu. A proprietária da dracma tomou todas as medidas para reavê-la. Você tem um grande valor para Deus. Ele não desiste de amar você. Ele mesmo tomou todas as medidas para buscar você. Tudo provém de Deus que nos reconciliou consigo mesmo por meio de Cristo.

a – O Crente perdido dentro da Igreja.

Para se desgarrar das outras noventa e nove, a ovelha de número cem, teve que se excluir também da vida em comum do rebanho. O filho pródigo, mesmo depois de pedir sua herança, permaneceu um tempo na casa de seu pai, perdido dentro de sua própria casa. Sem comunhão com seu irmão, sem comunhão com o pai. (Pródigo quer dizer, esbanjador de oportunidades). Neste contexto está a dracma, também perdida dentro de casa.

Os dois exemplos que cercam este, denotam que foi uma decisão daquela ovelha e também daquele jovem, se apartarem do convívio e da companhia dos outros. A dracma possuía certo valor, correspondente em ouro; contudo, não representava monetariamente um grande prejuízo à perda de uma única moeda.

O que leva o pastor, a dona de casa e ao pai do pródigo investir em uma operação resgate? Fora o valor que cada um deles decidiu dar a cada uma dessas figuras? Assim como a ovelha, o filho era juridicamente dado como morto e perdido. Este óbito ministerial hoje se encontra sobre muitos que estão às vezes na igreja. Quando uma ovelha se desgarra do rebanho, ela se sente só, e começa a gritar para chamar a atenção, mas acaba com isso atraindo a morte, pois seus gritos trarão os lobos que a devorarão. Por isso, um pastor comum não sairia atrás daquela ovelha.

O mesmo com o pródigo. Não é costume pedir a herança de um pai que ainda vive. Isto significa declarar o seu pai morto, se torna assim para o pai e família. Contudo, aquele pai ia todos os dias a beira do caminho, onde vira a figura do filho pela última vez, na expectativa de reencontrá-lo. Quem dá verdadeiro valor aqui são aqueles que resolveram resgatar a sua perda!

b – A Dracma é a figura daquela pessoa que se valoriza acima dos outros.

Isola-se por entender que seu valor pessoal é prejudicado enquanto envolvido com os outros. Não entende que sozinha só vale um oitavo de uma onça de ouro. Utiliza-se das sombras da casa para se ocultar. Acaba cercada de escuridão e muita poeira. Sua única companheira é a solidão. Como resgatar a dracma perdida?

c – Uma Dracma que não pode ser usada. 

      “E digo isto, conhecendo o tempo, que é já hora de despertarmos do sono; porque a nossa salvação está agora mais perto de nós do que quando aceitamos a fé.” (Rm.13:11)

A ilusão do isolamento é a defesa de nossa valorização. “Sentirão minha falta!”, “Estou fora!”, “Vão ter que se virar sem mim!”, “Joguei a toalha”. A questão que a dracma desconhecida, é de que antes ela fazia parte de um pequeno tesouro, que somado, dava aquela mulher a sensação de possuir certa economia. Mas sozinha, além do valor diminuto, sua situação pode ser ainda pior por não poder ser usado!

Perdida na poeira e sombra da casa, aquela moeda perdeu também “a liberdade que só possui, quando se deixa usar pelo seu verdadeiro dono”!

Aquela dracma que antes corria os mercados, lojas, lares e até mesmo acompanhava as grandes e longas caravanas, agora, era prisioneira de sua perda. Perdida em casa. Uma dracma sozinha poderia ser uma esmola razoável; unida a outras, porém, um tesouro.

Quantos hoje não poderiam também ser comparados àquela dracma? Vivem dizendo: “A mim ninguém usa!”. E perdem com isso a alegria que só quem é servo pode descrever. A alegria de ser usado por Deus para abençoar ao próximo e a igreja. Do que adianta ter dons e valores, se não podem ser provados por pessoas a nossa volta, a Deus que nos salvou para serviço e a igreja, noiva do Cordeiro. O reencontro da dracma perdida, assim como o resgate da ovelha perdida e o retorno do filho pródigo, produz festa; um tipo de festa capaz de fazer os anjos dançar de alegria! Por quê? Porque há alegria no Céu, quando um pecador se arrepende.

Hoje, a luz de Deus e a limpeza trazida pela Palavra, também lhe buscam dentro de casa! Você se deixa achar? Se a resposta é sim, saia do seu lugar e diga: “a luz de Cristo brilhou sobre mim hoje”!

2. A mulher não se conformou com a perda – A mulher poderia ter se conformado com a perda da moeda. Afinal, ela ainda tinha nove delas guardadas em segurança. Mas, essa mulher não aceitou passivamente a perda. Ela não se conformou com a derrota. Ela não desistiu de recuperar a moeda perdida. Muitas vezes, nós somos descuidados em guardar os tesouros que temos e quando os perdemos somos vagarosos e até desanimados para procurar o que se perdeu. Conformamo-nos facilmente com a derrota como o sacerdote Eli. Preferimos desistir do casamento, dos relacionamentos, do que lutar para recuperar o que se perdeu.

A mulher não ficou apenas lamentando a perda da dracma, ela tomou medidas urgentes e práticas para encontrá-la. 

A primeira coisa que ela fez foi acender a candeia. As casas na Palestina não tinham tantas portas e janelas como as de hoje. Era impossível procurar algo perdido sem acender a candeia. Se quisermos reencontrar o que perdemos dentro da nossa casa, precisamos de igual forma acender a candeia. Não se podia procurar algo perdido sem primeiro iluminar a casa e foi o que ela fez. Se quisermos encontrar o que se perdeu, precisamos também de luz: a luz da Palavra. A candeia é um símbolo da Palavra de Deus. Precisamos iluminar nossas mentes, nossos corações e nossos relacionamentos pela luz da Palavra se de fato queremos encontrar esses tesouros perdidos dentro da nossa casa.

Em segundo lugar, ela varreu a casa. A mulher teve coragem de mexer e remover do lugar muita coisa. Ela teve iniciativa e esforço. Ela enfrentou o desconforto da desinstalação. Ela levantou muita poeira ao varrer cada canto da casa à procura do seu tesouro perdido. Se quisermos a restituição desses tesouros perdidos dentro da nossa casa, precisamos de igual forma procurá-los diligentemente. Não podemos ser omissos nem acomodados. Não podemos ter medo de mexer em algumas coisas já sedimentadas. Não podemos ter medo de desconforto. Há muitos indivíduos que desistem de procurar o que se perdeu em sua vida, em seu casamento, em sua família. Preferem encontrar justificativas para as perdas a investir tempo na busca do que se perdeu. Não devemos desistir jamais, pois o desconforto da busca não deve nos privar da alegria do encontro.

Em terceiro lugar, ela procurou diligentemente a dracma até encontrar. Notem duas coisas que essa mulher fez: primeiro, sua procura foi meticulosa; segundo, sua procura foi perseverante. Ela vasculhou cada canto da casa e removeu tudo, pois estava determinada a encontrar a dracma perdida. Houve diligência e perseverança. É dessa maneira que devemos procurar aqueles que se perdem e se desviam. Um fato, ainda digno de nota é que a dracma perdeu-se dentro de casa. Muitos estão, também, perdidos dentro da igreja.

3. A mulher comemorou com grande alegria o encontro daquilo que estava perdida – A mulher perdeu a moeda no recesso do lar, sob as sombras do anonimato, mas ela celebrou o encontro da dracma publicamente sob os auspícios da luz. Nossas conquistas e bênçãos devem ser conhecidas e proclamadas. As outras pessoas devem conhecer nossas vitórias e participar das nossas alegrias. Há festa no céu quando um pecador se arrepende e quando o perdido é encontrado; também há alegria diante dos homens quando os tesouros que perdemos dentro da nossa casa são encontrados.

A mulher buscou e encontrou a dracma perdida, usando todo esforço e diligência, mas a celebração dessa descoberta foi coletiva. Ela reuniu suas amigas e vizinhas para comemorar o fruto do seu labor. Devemos de igual modo, não apenas buscar aqueles que se perderam, mas celebrar com grande e intenso júbilo quando eles são encontrados. O Senhor Jesus conclui a parábola dizendo que a festa não é apenas na terra, mas também é sobre tudo no céu. Há júbilo diante dos anjos de Deus lá no céu quando um pecador se arrepende. O céu está conectado com a terra. As coisas que acontecem aqui refletem lá. Os anjos não evangelizam, pois essa gloriosa missão Deus no-la deu, porém, eles celebram com intenso júbilo os frutos da nossa evangelização. Os anjos não são ministros da reconciliação, mas eles festejam quando um desviado é encontrado e trazido de volta à comunhão da igreja.

É tempo de acendermos a candeia e pegarmos a vassoura. É tempo de procurarmos diligentemente aquilo que perdemos. É tempo de celebrarmos com os nossos irmãos as vitórias que vêm de Deus e a restituição das bênçãos de outrora!

Conclusão.

O que é necessário para encontrar reencontrar a dracma perdida?

I. Luz.

É necessário acender a candeia para que haja luz.
Essa luz é a ação reveladora do Espírito Santo.
A revelação do Espírito Santo traz luz, revela o que está oculto.
Aquietar-se diante de Deus em posição de oração - Salmo 46.10.

II. Limpeza.

É necessário varrição. A moeda pode estar escondida debaixo da sujeira.
A janela aberta para o mundo permite a entrada  de sujeira, mundanismo.
Cuidado com a exposição para o mundo. Feche as janelas do coração. Romanos 12.1-2.
Varrer para fora o que? Programas mundanos, CDs mundanos, Conversas mundanas, etc.
O conselho divino é para varrer a casa.

III. Procurar.

Procurar até encontrar com muita atenção e perseverança.
É necessário decisão, dedicação, conserto de altar.
Procurar com vontade de achar. O Senhor nos ajuda a encontrar – Isaías 44.3ª
Ser perseverante. Não é uma procura superficial. Só uma olhadinha.
Tem que ser uma procura com perseverança, com empenho até encontrar.